não , esse post não é pra falar das injustiças do mundo , que já não são poucas , mas tô falando porque estou revoltada ! Ok , vou me explicar .
Meu amigo que mora aqui no Brasil que está estudando em Cuba , hoje está voltando de férias (não essa nao é injustiça, relaxa e continua lendo o post!)
Fiquei pensando que é mo bad que os amigos tem que se afastar , para estudar e tal . Mas fui mais à fundo e tentei pensar pela cabeça , opa melhor , pelo coração da mãe dele . Esperou aquela criança 9 messes , trocou fralda , ficou noites sem durmir , e depois o colégio , as reuniões , os puxões de orelha , não é fácil nem de imaginar . Daí ele cresce e vai morar longe ... imaginei o coração dela , e assim partiu o meu .
Essa lei do desapego é muito INJUSTA , pra que nos apegarmos a melhor amiga se ela vai namorar um cara que não vai gostar de você , porque ele vai ter ciúmes por você ser a melhor amiga dela , e assim vocês vão ter que se afastar , e à ela a comphania dele vai suprir a sua ausência , e a ausência dela pra você ?! Se você for diferente dela , e ter um pensamento sã de que homem nenhum supre a importância de uma amiga , ou melhor , de uma melhor amiga ! Ou então o apego pelos amigos do colégio ... para que ?! Alguém me explica se o colégio vai acabar , seu irmão vai casar e você não vai ser mais a nenenzinha dela , sua mãe vai viajar e seu pai vai se mudar ? Quer saber ... melhor nos apegarmos só a nós mesmo , ou até mesmo a NADA .
terça-feira, 25 de agosto de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
"Tolice é viver a vida assim sem AVENTURA "
Como canta Lulu santos , realmente a vida é muito sem graça sem aventura . Mas é que estava/estou numa fase em que elas estão meio extintas , sabe como é . Mas de vez em quando vem acontecendo algumas coisas ... tipo 11 pessoas num carro só , pessoas que estão doentes e que ficam boas em frações de segundos e vão pra lapa . rs E eu sinto saudade do tempo de apavorações ... ai,ai,ai suspiros e mais suspiros .
Segundo semestre começou ... e e as aulas estão apertando , o mundo está apavorado com uma gripe que chamam por ai de assasina , opa suína . rs E eu to frequentando ate as aulas de matemática do curso (estou orgulhosa de mim , preciso assumir ) mesmo que eu durma as aulas ... bom , mas como estava falando ...
... As férias passaram e eu não fiz nada de MUITO legal , fiz coisas legais ... mas não MUITO legais , ah melhor do que fazer coisas chatas . Acho que estou de tpm , tô chata né ?!
Ia escrever mais , mas vou durmir .
Beijosnãochatos.com
Segundo semestre começou ... e e as aulas estão apertando , o mundo está apavorado com uma gripe que chamam por ai de assasina , opa suína . rs E eu to frequentando ate as aulas de matemática do curso (estou orgulhosa de mim , preciso assumir ) mesmo que eu durma as aulas ... bom , mas como estava falando ...
... As férias passaram e eu não fiz nada de MUITO legal , fiz coisas legais ... mas não MUITO legais , ah melhor do que fazer coisas chatas . Acho que estou de tpm , tô chata né ?!
Ia escrever mais , mas vou durmir .
Beijosnãochatos.com
terça-feira, 28 de julho de 2009
PARTE III
Diante da quantidade enorme de amigos da Carolina, era difícil conta-los, como já foi dito. Mas apareceram figuras muito especiais, que ajudaram a moldar em palavras uma pessoa tão excepcional. E mostrar também que por aí há muita gente especial escondida atrás de um humanismo rotineiro, culpa da sociedade. Nem todo mundo sabe ter o peito aberto e, mesmo assim, uma defesa quase imbatível. O que importa é que cada pessoa, com sua personalidade, conseguiu ensinar um pouquinho pra ela e a Carolina passou a compartilhar o que tinha de melhor em cada uma com ela mesma.
Tudo começou quando ela era pequenininha ainda, devia ter uns cinco anos. A mãe olhou nos olhos dela e disse:
- Se você não viver, não vai poder falar nada de nada no fim de tudo, porque na verdade, de verdade, você não vai saber. Você tem que sentir a intensidade de cada sopro de ar, de cada vibração que chegue ate você, não importa como. Você tem que saber que, por trás de tudo, a uma coisa enorme que não precisa ser contada. Nem mencionada deve ser. Apenas sentida, – olhou para as folhas balançando com o vento lá fora – porque quando a gente sente pode traduzir para qualquer língua. Quero apenas que você entenda o verdadeiro sentido de tudo o que chegar até você.
Depois que a mãe disse isso, passou por um sofrimento enorme, estava doente. Até que olhou nos olhos da Carolina de novo, disse “eu te amo” com os olhos; percebeu que a Carolina havia entendido e respondido “eu também”, com os olhos, de uma forma tão real que parecia ter ouvido a voz da filha pronunciando a resposta. Então, ela ficou tranqüila e fechou os olhos em paz. Para sempre.
A primeira pessoa de importância extrema que apareceu na vida dela. Ela ainda era tão viva no coração da Carolina que não foi necessária nem mesmo uma lágrima. Apenas a lembrança permanente de um futuro brilhante que não puderam compartilhar. Então, que outras coisas fossem compartilhadas com outras pessoas. O segredo da intensidade da vida não poderia ser guardado e utilizado apenas por ela.
Tudo começou quando ela era pequenininha ainda, devia ter uns cinco anos. A mãe olhou nos olhos dela e disse:
- Se você não viver, não vai poder falar nada de nada no fim de tudo, porque na verdade, de verdade, você não vai saber. Você tem que sentir a intensidade de cada sopro de ar, de cada vibração que chegue ate você, não importa como. Você tem que saber que, por trás de tudo, a uma coisa enorme que não precisa ser contada. Nem mencionada deve ser. Apenas sentida, – olhou para as folhas balançando com o vento lá fora – porque quando a gente sente pode traduzir para qualquer língua. Quero apenas que você entenda o verdadeiro sentido de tudo o que chegar até você.
Depois que a mãe disse isso, passou por um sofrimento enorme, estava doente. Até que olhou nos olhos da Carolina de novo, disse “eu te amo” com os olhos; percebeu que a Carolina havia entendido e respondido “eu também”, com os olhos, de uma forma tão real que parecia ter ouvido a voz da filha pronunciando a resposta. Então, ela ficou tranqüila e fechou os olhos em paz. Para sempre.
A primeira pessoa de importância extrema que apareceu na vida dela. Ela ainda era tão viva no coração da Carolina que não foi necessária nem mesmo uma lágrima. Apenas a lembrança permanente de um futuro brilhante que não puderam compartilhar. Então, que outras coisas fossem compartilhadas com outras pessoas. O segredo da intensidade da vida não poderia ser guardado e utilizado apenas por ela.

Já parou pra reparar quantos sorrisos você dá em um dia ? E qual o valor que você dá pra isso ?
Tô postando isso , porque li uma frase em um artigo sobre a vida de Madre Tereza de Calcutá que me petulou bastante
"Não usemos bombas nem armas para conquistar o mundo.Usemos o amor e a compaixão . A PAZ COMEÇA COM UM SORRISO"
Cara , é refletindo isso no dia a dia da gente é a mais pura verdade , repara como tudo fica melhor quando a gente sorri quando pede liçensa
quando pedimos por favor , como cria um clima de harmonia... como alguma pessoa pode estar esperando isso , pra que seu dia seja melhor ...
e que se você souber que alguém não gosta de você , ao invés de fechar a cara , sorria , se ela não fez nada pra você a paranoia que a pessoa tem na cabeça
vai ser abduzida e tudo pode ficar bem . Sorrir realmente é algo divino .Então , dá um sorrisinho agora vai hahahaha brincadeira .
Férias bananadaaaa manéé ... Frio e Carol realmente não combinam ... segundo semestre vem ai e eu vou meter a cara fortemente ...
Não to em uma fase muito boa , mas como disse É FASE e PASSA ! Vou terminar de postar a historia de Carolina ,
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Tem uma série , que tem o filme também , que eu gosto muito e que tem uma parte , que eu gosto muito também . Aham (como adivinhou?) , eu me amarro em sex and the city mesmo . rs
E tem uma parte que ficou na minha cabeça , e passou por ela postar aqui .
No filme , uma personagem (que eu não lembro o nome) queria muito muito engravidar e não conseguia , ai do nada, sem esperar ela engravida . Ela tinha o hábito de correr sempre , mas por estar grávida começou a ter MEDO de dar alguma coisa errada de acontecer alguma coisa com o bebe (minha mae disse no meio do filme que grávida não corre , mas a questão aqui é o que tava no filme , então ignore a visão de alguém da área da saúde rs )ai o marido dela , preocupado, conversa com a amiga dela , a protagonista , que a lembra de uma das cenas anteriores do filme , que ela se borra (é faz cocô nas calças) na frente de todas as amigas , e a protagonista enfatiza nessa conversa "pode correr *fulana o que tinha que dar errado na sua vida esse ano ja deu , você se borrou , não tenha medo" e elas riem e se divertem ... (Se você ver o filme , vai entender melhor o que estou tentando dizer) rs
Mas o que ficou na minha cabeça , é que a gente não tem que ter medo , e temos que arriscar sempre pelo que a gente acha que vale a pena e que é melhor , e que as coisas ruins só acontecem se elas tiverem que acontecer , por isso preste vestibular mesmo que não saiba nada de física , quim, mat e essas desgraças todas que temos no colégio , que você pode até passar pra segunda fase (OK ESTOU FALANDO DE MIM ) rs
P.S : vou continuar pondo a história da minha amiga aqui
P.S : Férias ? RE-CU-PE-RA-ÇÃO maldita quimica rs
II Parte
O que seria possível, o que nossas escolhas nos proporcionam?
Talvez eu passe por coisas desnecessárias.
Ela era radiante, tinha os olhos mais vibrantes que eu havia visto, um sorriso aterrador em sua própria beleza e era toda ela de um só tom. Sem química, naturalmente podia ser o que quisesse.
Sua lei era a da simpatia. E que se vivesse a vida, pois não há nada melhor. É, nós escolhemos o que queremos ser e como queremos. E ela escolheu ser bonita, simpática, inteligente, esforçada. Ela decidiu que não poderiam haver limites em seu caminho.
Ela aprendeu sozinha a pegar as coisas no ar. E depois disso, pegou no ar que a gente consegue qualquer coisa se souber conseguir. Não era por ser linda, de uma beleza diferente, porém normal. Era por ser simpática. Simpaticíssima.
Carolina andava por aí espalhando que a vida era a única coisa que importava. Ela tinha tantos amigos que se tornaram incontáveis. Todos queriam ser seus amigos. E todos poderiam conseguir, caso não trouxessem algo ruim dentro de si mesmos. Talvez ela tentasse extrair o que não fosse bom, mas não poderia se prejudicar.
A personalidade de Carolina poderia ser objeto de estudo. Claramente marcada, bem evidente. Sem duvidas, é isso e ponto. Fácil de imaginar o que consideraria bom ou não. Difícil prever suas atitudes e o que diria, pois não era uma pessoa tediosa. Era magnífica.
E tem uma parte que ficou na minha cabeça , e passou por ela postar aqui .
No filme , uma personagem (que eu não lembro o nome) queria muito muito engravidar e não conseguia , ai do nada, sem esperar ela engravida . Ela tinha o hábito de correr sempre , mas por estar grávida começou a ter MEDO de dar alguma coisa errada de acontecer alguma coisa com o bebe (minha mae disse no meio do filme que grávida não corre , mas a questão aqui é o que tava no filme , então ignore a visão de alguém da área da saúde rs )ai o marido dela , preocupado, conversa com a amiga dela , a protagonista , que a lembra de uma das cenas anteriores do filme , que ela se borra (é faz cocô nas calças) na frente de todas as amigas , e a protagonista enfatiza nessa conversa "pode correr *fulana o que tinha que dar errado na sua vida esse ano ja deu , você se borrou , não tenha medo" e elas riem e se divertem ... (Se você ver o filme , vai entender melhor o que estou tentando dizer) rs
Mas o que ficou na minha cabeça , é que a gente não tem que ter medo , e temos que arriscar sempre pelo que a gente acha que vale a pena e que é melhor , e que as coisas ruins só acontecem se elas tiverem que acontecer , por isso preste vestibular mesmo que não saiba nada de física , quim, mat e essas desgraças todas que temos no colégio , que você pode até passar pra segunda fase (OK ESTOU FALANDO DE MIM ) rs
P.S : vou continuar pondo a história da minha amiga aqui
P.S : Férias ? RE-CU-PE-RA-ÇÃO maldita quimica rs
II Parte
O que seria possível, o que nossas escolhas nos proporcionam?
Talvez eu passe por coisas desnecessárias.
Ela era radiante, tinha os olhos mais vibrantes que eu havia visto, um sorriso aterrador em sua própria beleza e era toda ela de um só tom. Sem química, naturalmente podia ser o que quisesse.
Sua lei era a da simpatia. E que se vivesse a vida, pois não há nada melhor. É, nós escolhemos o que queremos ser e como queremos. E ela escolheu ser bonita, simpática, inteligente, esforçada. Ela decidiu que não poderiam haver limites em seu caminho.
Ela aprendeu sozinha a pegar as coisas no ar. E depois disso, pegou no ar que a gente consegue qualquer coisa se souber conseguir. Não era por ser linda, de uma beleza diferente, porém normal. Era por ser simpática. Simpaticíssima.
Carolina andava por aí espalhando que a vida era a única coisa que importava. Ela tinha tantos amigos que se tornaram incontáveis. Todos queriam ser seus amigos. E todos poderiam conseguir, caso não trouxessem algo ruim dentro de si mesmos. Talvez ela tentasse extrair o que não fosse bom, mas não poderia se prejudicar.
A personalidade de Carolina poderia ser objeto de estudo. Claramente marcada, bem evidente. Sem duvidas, é isso e ponto. Fácil de imaginar o que consideraria bom ou não. Difícil prever suas atitudes e o que diria, pois não era uma pessoa tediosa. Era magnífica.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Carolina
Um dia, sem querer, eu esbarrei com ela. E ela não me pareceu nada demais, até pouco tempo depois. Eu me apaixonei por ela, assim, devagar. Bem, não sei se paixão, mas a admiração é sem tamanho. Ela talvez nunca irá saber.
Não sou homem nem mulher. Sou o que chamam de narrador. Na verdade, eu sou a historia em si, o espírito dela. Já que sem mim não existe historia.
“- Oi, prazer, Carolina.”
E o nome passou a morar no meu coração. Carolina é nome de gente que faz tudo para ser admirada ou que embebeda as pessoas de prazer simplesmente por ser e estar. E ela era a mesmo assim. Era e estava e não se podia ver além daquilo, porque quando ela estava, ela era; quando ela era, mostrava pra gente o mundo inteiro através do ângulo mais bonito e verdadeiro. Aí tudo que a gente queria era ver mais do mundo através dos olhos da Carolina. Todo mundo, que eu digo, era toda e qualquer pessoa que estivesse perto dela.
Agora ela está ali, sozinha, caída em depressão, deitada na cama, bebendo. Agora ela mora sozinha e ninguém se lembra do sol que ela trazia no olhar e dividia com o mundo todo. Agora ninguém se lembra do sorriso que acalmava a gente e transmitia que a amizade dela estava, sim, a nossa disposição. Porque ela era tão plena em si mesma, que dava medo de falar, tamanha a perfeição. Agora, a Carolina não é mais a Carolina. Ela é a Carol e não passa de mais uma garota.
Falando assim, parece que ela não tinha defeitos. Tinha, os têm ainda, claro. Mas o brilho dela ofuscava essa parte desinteressante. Se bem que os defeitos dela interessavam. Ela sempre foi figura muito humana, da gente mesmo e ela ter defeitos nos trazia de novo pro mundo real. Então, a Carolina sorria.
Vou começar do começo.
Um dia, sem querer, eu esbarrei com ela. E ela não me pareceu nada demais, até pouco tempo depois. Eu me apaixonei por ela, assim, devagar. Bem, não sei se paixão, mas a admiração é sem tamanho. Ela talvez nunca irá saber.
Não sou homem nem mulher. Sou o que chamam de narrador. Na verdade, eu sou a historia em si, o espírito dela. Já que sem mim não existe historia.
“- Oi, prazer, Carolina.”
E o nome passou a morar no meu coração. Carolina é nome de gente que faz tudo para ser admirada ou que embebeda as pessoas de prazer simplesmente por ser e estar. E ela era a mesmo assim. Era e estava e não se podia ver além daquilo, porque quando ela estava, ela era; quando ela era, mostrava pra gente o mundo inteiro através do ângulo mais bonito e verdadeiro. Aí tudo que a gente queria era ver mais do mundo através dos olhos da Carolina. Todo mundo, que eu digo, era toda e qualquer pessoa que estivesse perto dela.
Agora ela está ali, sozinha, caída em depressão, deitada na cama, bebendo. Agora ela mora sozinha e ninguém se lembra do sol que ela trazia no olhar e dividia com o mundo todo. Agora ninguém se lembra do sorriso que acalmava a gente e transmitia que a amizade dela estava, sim, a nossa disposição. Porque ela era tão plena em si mesma, que dava medo de falar, tamanha a perfeição. Agora, a Carolina não é mais a Carolina. Ela é a Carol e não passa de mais uma garota.
Falando assim, parece que ela não tinha defeitos. Tinha, os têm ainda, claro. Mas o brilho dela ofuscava essa parte desinteressante. Se bem que os defeitos dela interessavam. Ela sempre foi figura muito humana, da gente mesmo e ela ter defeitos nos trazia de novo pro mundo real. Então, a Carolina sorria.
Vou começar do começo.
Tá bom , eu sei , eu sei abandonei aqui legal ... rs
nem vou comentar ! mas vou repor o link no orkut ( que é minha página na internet mais vista)
se é que eu tenho alguma outra que seja vista , e tentar postar com mais assiduidade (dessa vez estou me comprometendo)
hahahahaahah
tenho tanta coisa pra contar
- passei pra segunda fase da UERJ ( com nota maior do que a de um nerd lá da sala)
e disse pra ele " às vzs é melhor ter sorte do que ser inteligente" e ele sorriu agraciavelmente e me parabenizou , se fosse eu teria ficado puta hahahaahaha
- tirei o gesso debaixo do chuveiro ( ok , ok não estou respeitando ordem cronológica de nada)
e depois fui ao médico , e ele disse que eu estava boa mesmo )
que eu lembre de realmente relevante só isso ...
agora , vamos ao presente e ao futuro que realmente interessa ...
Uma amiga minha tá criando um texto , ela faz curso de técnico de publicidade , e pôs o meu nome , e desculpem-me a pretenção , achei que tem traços fortes e marcantes da minha personalidade . E como eu não sou nem um pouco carente de reconhecimento rs eu fiquei embabacada e quero postar aqui , e prometo que um dia vou escolher alguém pra escrever assim . Ela dividiu em capítulos , em tempos e tempos vou escrevendo alguma besteira habitual e aproveito e posto .
nem vou comentar ! mas vou repor o link no orkut ( que é minha página na internet mais vista)
se é que eu tenho alguma outra que seja vista , e tentar postar com mais assiduidade (dessa vez estou me comprometendo)
hahahahaahah
tenho tanta coisa pra contar
- passei pra segunda fase da UERJ ( com nota maior do que a de um nerd lá da sala)
e disse pra ele " às vzs é melhor ter sorte do que ser inteligente" e ele sorriu agraciavelmente e me parabenizou , se fosse eu teria ficado puta hahahaahaha
- tirei o gesso debaixo do chuveiro ( ok , ok não estou respeitando ordem cronológica de nada)
e depois fui ao médico , e ele disse que eu estava boa mesmo )
que eu lembre de realmente relevante só isso ...
agora , vamos ao presente e ao futuro que realmente interessa ...
Uma amiga minha tá criando um texto , ela faz curso de técnico de publicidade , e pôs o meu nome , e desculpem-me a pretenção , achei que tem traços fortes e marcantes da minha personalidade . E como eu não sou nem um pouco carente de reconhecimento rs eu fiquei embabacada e quero postar aqui , e prometo que um dia vou escolher alguém pra escrever assim . Ela dividiu em capítulos , em tempos e tempos vou escrevendo alguma besteira habitual e aproveito e posto .
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