Prólogo: No dia 11 do mês de Outubro, uma funcionária da empresa, do setor de recursos humanos, pede meu comparecimento em uma sala, no horário do expediente, e com um pouco de lenga lenga e palavras técnicas, porém desnecessárias para mim naquele momento, me demite.
Tudo bem, isso acontece a todo tempo no Brasil e no mundo, mas pode se dizer que foi um balde de água fria, em um sono longo e profundo, posso até ter a audácia de dizer que foi uma ruptura biográfica. Fiz as malas do "Fantástico mundo de Carolina" e sob uma aterrissagem inesperada e bruta, pus os pés em terra firme. Como vocês estão lendo, apesar de ter sido assassina do meu sorriso por alguns dias, sobrevivi a viagem. Aqui estou eu, bem mais madura (aliás, amadurecer é algo que me faz querer ser uma fruta, mas isto é para outra postagem). Apesar de algo banal, como já disse anteriormente, me marcou muito. E ponto final (literalmente).
Com vocês ...
Soneto de Demissão
Devia ter trabalhado mais
Ter me dedicado mais
Ter visto numa boa nego se foder
Devia ter calado mais
E até me ocupado mais
Não ter entrado no twitter
Queria ter aceitado
Os ignorantes sem contestação
Cada um sabe a conta
E quanto vale a sua omissão
O seu ideal não vai te dar seguro desemprego
Enquanto você estiver fodido
A grana da rescisão vai acabar
Você vai ficar sem um puto
Devia ter falado menos
Ter voado bem menos
E ter aprendido a não me opor
Devia ter desprezado menos
O salário bem baixo
Ter me contentado com pouco
Queria ter aceitado
A merreca como ela é
Agora fica o conselho
Dê sempre o melhor que puder
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Papo Sério
Prólogo: Se você me acha engraçada, não mude de ideia ao acabar de ler o texto, é só um texto FALANDO SÉRIO.
Jovens, adultos, idosos e adolescentes , que não tem obrigação de votar, entram em um consenso, quando a afirmação é : A falta de opções para o voto neste ano de 2010. Dizem por aí, os sites de relacionamento, que até o Diabo, quando vira os candidatos, fez o sinal da cruz.
É Tiririca que diz em seu programa eleitoral, que não sabe o que um Deputado Federal faz, (cargo para o qual ele se candidata), mas que se o eleitor elegê-lo, ele volta e conta. Ou então, ex jogador de futebol, envolvido em alguns escândalos(aliás isso aí já virou banalidade, estranho é quem não está envolvido em nenhum), fazendo campanha corpo a corpo, com mulheres esteticamente privilegiadas , dando santinhos como "brinde" de campanha, com os seguintes dizeres: "Vote no Romário, ele já é rico, não vai precisar roubar você" (se não é isso, é quase isso).
E por aí vai, uns piores que esses citados aí, outros medianos, outros não tão ridículos, mas todos em um tom de pouco caso, de até desrespeito. Nem os artistas de circo, que tem o público infantil, tem tão pouco caso ao criar seus números. E é a isso que tem que ser comparado. Um grande circo. Tiririca virou notícia internacional, com o nome de prejuízo político.
O inacreditável, o inconcebível, é que esses aí, somando o ex-governador do Rio de Janeiro garotinho (com g minúsculo mesmo, rããm) estão lá em cima nas pesquisas de voto.
Meus poderes de compreensão ainda não conseguem assimilar esta verdade. Humoristas vem dizendo que o horário político, é o melhor programa de humor que há hoje na televisão brasileira. Mas o "programa de humor", dura no máximo quatro, cinco, ou até seis messes, depois o programa acaba, eles tomam o poder, e os telespectadores, em todo o Brasil, trocam o som unânime de gargalhada pelo choro da criança com fome, o barulho dos tiros, e por aí vai. Quatro anos sem o "melhor programa humorístico". Quatro anos é muito tempo.
Eu detesto esses papos, de intelectuais e especialistas, de educação anti raciocínio, mensalões, corrupção em geral, saúde precária, desigualdade social e todas essas lengas lengas que além deles, mundo só sabe falar por aí,não que eu não me importe, pelo contrário, só acho que eles poderiam usar esse tempo para ao invés de escrever cada vez mais bonita a crítica, criar SOLUÇÕES, e não ficar subordinados a todas essas "leis abstratas" capitalistas, em troca de viagem pra Europa no final do ano. Mas nesse período é de suma importância essas lengas lengas, pra vê se o povo acorda, e se dá conta que as coisas dependem mais da gente do que podemos imaginar. Valorize seu voto.
Jovens, adultos, idosos e adolescentes , que não tem obrigação de votar, entram em um consenso, quando a afirmação é : A falta de opções para o voto neste ano de 2010. Dizem por aí, os sites de relacionamento, que até o Diabo, quando vira os candidatos, fez o sinal da cruz.
É Tiririca que diz em seu programa eleitoral, que não sabe o que um Deputado Federal faz, (cargo para o qual ele se candidata), mas que se o eleitor elegê-lo, ele volta e conta. Ou então, ex jogador de futebol, envolvido em alguns escândalos(aliás isso aí já virou banalidade, estranho é quem não está envolvido em nenhum), fazendo campanha corpo a corpo, com mulheres esteticamente privilegiadas , dando santinhos como "brinde" de campanha, com os seguintes dizeres: "Vote no Romário, ele já é rico, não vai precisar roubar você" (se não é isso, é quase isso).
E por aí vai, uns piores que esses citados aí, outros medianos, outros não tão ridículos, mas todos em um tom de pouco caso, de até desrespeito. Nem os artistas de circo, que tem o público infantil, tem tão pouco caso ao criar seus números. E é a isso que tem que ser comparado. Um grande circo. Tiririca virou notícia internacional, com o nome de prejuízo político.
O inacreditável, o inconcebível, é que esses aí, somando o ex-governador do Rio de Janeiro garotinho (com g minúsculo mesmo, rããm) estão lá em cima nas pesquisas de voto.
Meus poderes de compreensão ainda não conseguem assimilar esta verdade. Humoristas vem dizendo que o horário político, é o melhor programa de humor que há hoje na televisão brasileira. Mas o "programa de humor", dura no máximo quatro, cinco, ou até seis messes, depois o programa acaba, eles tomam o poder, e os telespectadores, em todo o Brasil, trocam o som unânime de gargalhada pelo choro da criança com fome, o barulho dos tiros, e por aí vai. Quatro anos sem o "melhor programa humorístico". Quatro anos é muito tempo.
Eu detesto esses papos, de intelectuais e especialistas, de educação anti raciocínio, mensalões, corrupção em geral, saúde precária, desigualdade social e todas essas lengas lengas que além deles, mundo só sabe falar por aí,não que eu não me importe, pelo contrário, só acho que eles poderiam usar esse tempo para ao invés de escrever cada vez mais bonita a crítica, criar SOLUÇÕES, e não ficar subordinados a todas essas "leis abstratas" capitalistas, em troca de viagem pra Europa no final do ano. Mas nesse período é de suma importância essas lengas lengas, pra vê se o povo acorda, e se dá conta que as coisas dependem mais da gente do que podemos imaginar. Valorize seu voto.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Quando caminhava em direção a faculdade levava nas costas uma mochila pesada com cadernos, livros e um monte de tralha que eu não sei porque levo , mas também não sei porque não tiro, e na cabeça um compacto zipado de ideias, conclusões, opiniões, que de tão concretas eram petrificadas . O que pode se chamar de verdade.
Cheguei na faculdade, e ... BUM!
Uma avalanche de informações, uma chuva de conhecimento. Todas as minhas verdades, abaladas, o concreto sambando como se tivesse sido atingido por um terremoto (estou na onda de fenômenos da natureza, opa, onda não, tá, tá desisto.)
Todos, assim como eu tinham verdades. Umas parecidas com as minhas, outras completamente antagônicas, outras perfiladas no meio termo, mas todos tinham as suas.
O contrário de verdade é mentira ?
Tive uma professora de política e sociedade que dava aulas que eu amava, ela tinha um posicionamento político muito bem definido e expressava isso de forma bem clara.
Estava com ela no posicionamento, mas de vez em quando havia de concordar que ela era meio/totalmente extremista, mas ao longo do tempo pude perceber que era apenas conseqüência da visceralidade, que era o que me fazia a admirar tanto. E somando tudo, acho que o que torna uma verdade, verdade é o quanto a gente acredita nela.
Na Índia, a vaca é sagrada, aqui no Brasil, o porcão do aterro fica lotado.
Mentira deles?
Bom, baseado na pesquisa criada, feita e aprovada por mim, e principalmente, aberta a mudanças, pode-se notar que verdades e mentiras são quase que individuais, que nem nariz. E que eu acredito nas minhas e é isso que importa, e fim da história!
Bom mesmo e respeitar cada uma delas!
Cheguei na faculdade, e ... BUM!
Uma avalanche de informações, uma chuva de conhecimento. Todas as minhas verdades, abaladas, o concreto sambando como se tivesse sido atingido por um terremoto (estou na onda de fenômenos da natureza, opa, onda não, tá, tá desisto.)
Todos, assim como eu tinham verdades. Umas parecidas com as minhas, outras completamente antagônicas, outras perfiladas no meio termo, mas todos tinham as suas.
O contrário de verdade é mentira ?
Tive uma professora de política e sociedade que dava aulas que eu amava, ela tinha um posicionamento político muito bem definido e expressava isso de forma bem clara.
Estava com ela no posicionamento, mas de vez em quando havia de concordar que ela era meio/totalmente extremista, mas ao longo do tempo pude perceber que era apenas conseqüência da visceralidade, que era o que me fazia a admirar tanto. E somando tudo, acho que o que torna uma verdade, verdade é o quanto a gente acredita nela.
Na Índia, a vaca é sagrada, aqui no Brasil, o porcão do aterro fica lotado.
Mentira deles?
Bom, baseado na pesquisa criada, feita e aprovada por mim, e principalmente, aberta a mudanças, pode-se notar que verdades e mentiras são quase que individuais, que nem nariz. E que eu acredito nas minhas e é isso que importa, e fim da história!
Bom mesmo e respeitar cada uma delas!
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Sobre ser jornalista
Quero ser jornalista pelo privilégio de poder trabalhar com a informação. Acredito(veja bem, acredito!Pode ser que ao longo do curso eu mude de opinião) que há poucos profissionais no mercado, dessa geração que mostrem a notícia de uma maneira construtiva para o futuro deste país.
Quero expressar o ponto de vista, de um ângulo que mostre para o rico que não é preciso que ninguém passe fome, ou seja pobre para continuar sendo rico. E mostrar para o pobre, que diferente do que os meios de comunicação em massa ditam, e o sistema, você não é o que você tem, e sim o que você estuda, e que estudar e ter uma profissão não é fácil, mas não é impossível, e as coisas difíceis e os investimentos que geram lucro a longo prazo, ainda valem muito mais a pena.
Ser jornalista, não vai me tranformar em nenhum Moisés de saia, e nem uma Jesus Cristo versão século XXI. Pode ser só a minha pequena parte, de tantas pequenas partes, que todo mundo deveria fazer para mudar/melhorar o mundo. E não estou disposta a abrir mão dessa parte por nenhum ótimo emprego com ótimos benefícios, com direito a carro do ano.
E claro, ainda com o brinde de fazer o que amo, e ser feliz.
Ps's:
* Estou amaaaaaaaando a faculdade.
* Bem mais do que eu achava que ia amarr
* Sem mais paciência pra ps'ssss
bj bj bjj
Quero expressar o ponto de vista, de um ângulo que mostre para o rico que não é preciso que ninguém passe fome, ou seja pobre para continuar sendo rico. E mostrar para o pobre, que diferente do que os meios de comunicação em massa ditam, e o sistema, você não é o que você tem, e sim o que você estuda, e que estudar e ter uma profissão não é fácil, mas não é impossível, e as coisas difíceis e os investimentos que geram lucro a longo prazo, ainda valem muito mais a pena.
Ser jornalista, não vai me tranformar em nenhum Moisés de saia, e nem uma Jesus Cristo versão século XXI. Pode ser só a minha pequena parte, de tantas pequenas partes, que todo mundo deveria fazer para mudar/melhorar o mundo. E não estou disposta a abrir mão dessa parte por nenhum ótimo emprego com ótimos benefícios, com direito a carro do ano.
E claro, ainda com o brinde de fazer o que amo, e ser feliz.
Ps's:
* Estou amaaaaaaaando a faculdade.
* Bem mais do que eu achava que ia amarr
* Sem mais paciência pra ps'ssss
bj bj bjj
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Sobre padrões e rótulos ...
... pra falar o que ninguém diz sobre eles.
Quem nunca chamou um livro de ruim só porque o autor não é aquele conhecido que ganhou prêmio, ou comprou uma marca de desodorante nova só pelo design do homem super poderoso na moto ou pela mulher descolada, inteligente e que faz tudo, no supermercado.
Até que nessa proporção ainda fica tudo azul, chato mesmo é quando as pessoas aumentam o grau de chatisse disso aí, e fica querendo rotular e padronificar as pessoas, seus gostos e acaba caindo na super chatisse da limitação que isso causa, afinal, tem coisa mais ultrachata do que rótulos e padrões?!
É, está aí sendo apresentado nesse marasmo de noite de quinta-feira, mais uma imposição da sociedade. Mais uma daquelas milhares de coisas que a gente faz sem sentir, como acordar e bocejar, quase que um ato de necessidade fisiológica. Tudo muito normal, tudo muito bem, até que isso incomode a gente. Como aconteceu comigo.
Parece que quando a gente conhece alguém, fazemos uma "ficha perfil" de todos os dados, e que eu me inclua nisso, porque apesar de ter me incomodado de ter sido vítima, é inegável o fato de que eu o cometa esse ato(que eu também não sei bem o que é,mas que me incomodou). E parece que qualquer característica que nos seja apresentada com um conhecimento mais profundo da pessoa seja uma surpresa, e para os mais incrédulos, até inverdade. Para os EAEA (Entendedores Através de Exemplos Anônimos) como eu, aí vai ...
" Como ela gosta de bossa nova e dança funk ?"
"Que menina? Aquela que é toda educada, falando palavrões?"
"Aquela aluna fala M. e só brinca estava falando sobre isso e tendo posicionamento político?"
Quer saber ?
Deixa o punk ser funk
Deeixa a pink ser funk e punk
Deixa o careta ampliar a faceta
Deixa o nerd ser mongolóide
Deixa que a vida tem atalho
Para a vida ser feliz à longo prazo.
Tudo bem, se você ainda julgar as pessoas, considere-se um perdedor de coisas que podem ser muito legais, e que você é um membro do clube "Gostadores de coisas Chatas Atlético Clube" perdedor dos melhores títulos que a vida pode oferecer, que são as coisas legais.
Quem nunca chamou um livro de ruim só porque o autor não é aquele conhecido que ganhou prêmio, ou comprou uma marca de desodorante nova só pelo design do homem super poderoso na moto ou pela mulher descolada, inteligente e que faz tudo, no supermercado.
Até que nessa proporção ainda fica tudo azul, chato mesmo é quando as pessoas aumentam o grau de chatisse disso aí, e fica querendo rotular e padronificar as pessoas, seus gostos e acaba caindo na super chatisse da limitação que isso causa, afinal, tem coisa mais ultrachata do que rótulos e padrões?!
É, está aí sendo apresentado nesse marasmo de noite de quinta-feira, mais uma imposição da sociedade. Mais uma daquelas milhares de coisas que a gente faz sem sentir, como acordar e bocejar, quase que um ato de necessidade fisiológica. Tudo muito normal, tudo muito bem, até que isso incomode a gente. Como aconteceu comigo.
Parece que quando a gente conhece alguém, fazemos uma "ficha perfil" de todos os dados, e que eu me inclua nisso, porque apesar de ter me incomodado de ter sido vítima, é inegável o fato de que eu o cometa esse ato(que eu também não sei bem o que é,mas que me incomodou). E parece que qualquer característica que nos seja apresentada com um conhecimento mais profundo da pessoa seja uma surpresa, e para os mais incrédulos, até inverdade. Para os EAEA (Entendedores Através de Exemplos Anônimos) como eu, aí vai ...
" Como ela gosta de bossa nova e dança funk ?"
"Que menina? Aquela que é toda educada, falando palavrões?"
"Aquela aluna fala M. e só brinca estava falando sobre isso e tendo posicionamento político?"
Quer saber ?
Deixa o punk ser funk
Deeixa a pink ser funk e punk
Deixa o careta ampliar a faceta
Deixa o nerd ser mongolóide
Deixa que a vida tem atalho
Para a vida ser feliz à longo prazo.
Tudo bem, se você ainda julgar as pessoas, considere-se um perdedor de coisas que podem ser muito legais, e que você é um membro do clube "Gostadores de coisas Chatas Atlético Clube" perdedor dos melhores títulos que a vida pode oferecer, que são as coisas legais.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Nova Temporada
Prólogo:
Em alto estilo e até com configuração, opa design (é muito mais chique né?!)novos recomeço aqui a escrever .
Não, eu não entrei em uma nova religião e estava em um retiro espiritual e agora estou aqui querendo divulgar e perpetuar todos os meus ensinamentos, e nem estou em uma nova ideologia e nem em qualquer tipo de sociedade alternativa dos anos 2.000. Apenas no tempo que me ausentei do blog vivi um intenso avalanche de conhecimento. Já não tive aventuras pelas nights cariocas com as minhas ainda e eternas amigas, mas em compensação li os livros que almejava, ouvi, li e reli a letra de músicas que abriram caminhos na minha cabeça, fui em show's de caras que eu me amarro e fiz os programas radicais dos quais tanto gosto. Fiz o que eu sempre quis e não me permitia fazer, mesmo que sozinha, ou não acompanhada das figuras que conviveram e convivem comigo desde a primeira postagem aqui. Claro que vira e mexe a gente encara uma balada mal frequentada com mau cheiro (tá brincadeira, era só pra fazer drama) sucedida de um comunal perrengue que dá a graça ao dia seguinte, e que motiva as gargalhadas dos momentos nostálgicos.
É que vivo um momento diferente, trabalho, faculdade(tá, nem começou ainda) e talvez eu tenha mudado um pouco, não eu mesma, mas é como se o ângulo que eu visse a vida tivesse ou mudado de posição, ou até ampliado, sabe-se lá, e nesse tempo de ausência, estava fazendo uma faxina e organizando as sinapses como diria meu irmão. Não é uma revolução literária estilo Maria Carolina, nem sei no bicho que vai dar, vamos esperar pra ver no que vai dar.1º(E lá vem rimas por aí) 2º(Só no meu blog para ter um prólogo desse tamanho)3º(Se é que pode chamar esse blog de "coisa literária né").
Sobre o blog:
Queria aqui fazer um desabafo, quase uma revolta. As pessoas comentam comigo que eu falo da minha vida no blog. Ok, até concordo. Mas eu não falo da minha vida e ponto final. Eu escrevo/escrevia na inocente ilusão de que estou extraindo reflexões profundas de fatos corriqueiros que acontecem na minha vida. Poderia escrever o tema da postagem sem dizer qualquer coisa sobre mim, mas prefiro relacionar isso a algo prático e que eu domino tanto que é a minha vida. Pensando nisso um dos pontos x's dessa "nova temporada" é escrever mais contos, usar outras pessoas que talvez até nem existam. Outra coisa, é que vou tentar fazer vídeos sobre lugares interessantes que eu for, como já disse escrever contos com o toque de humor que faz jus o blog de ser de quem é, não sendo padrão e muito menos um rótulo disso aqui, quer saber?! Detesto rótulos e padrões, mas isso é só na próxima postagem ...
Em alto estilo e até com configuração, opa design (é muito mais chique né?!)novos recomeço aqui a escrever .
Não, eu não entrei em uma nova religião e estava em um retiro espiritual e agora estou aqui querendo divulgar e perpetuar todos os meus ensinamentos, e nem estou em uma nova ideologia e nem em qualquer tipo de sociedade alternativa dos anos 2.000. Apenas no tempo que me ausentei do blog vivi um intenso avalanche de conhecimento. Já não tive aventuras pelas nights cariocas com as minhas ainda e eternas amigas, mas em compensação li os livros que almejava, ouvi, li e reli a letra de músicas que abriram caminhos na minha cabeça, fui em show's de caras que eu me amarro e fiz os programas radicais dos quais tanto gosto. Fiz o que eu sempre quis e não me permitia fazer, mesmo que sozinha, ou não acompanhada das figuras que conviveram e convivem comigo desde a primeira postagem aqui. Claro que vira e mexe a gente encara uma balada mal frequentada com mau cheiro (tá brincadeira, era só pra fazer drama) sucedida de um comunal perrengue que dá a graça ao dia seguinte, e que motiva as gargalhadas dos momentos nostálgicos.
É que vivo um momento diferente, trabalho, faculdade(tá, nem começou ainda) e talvez eu tenha mudado um pouco, não eu mesma, mas é como se o ângulo que eu visse a vida tivesse ou mudado de posição, ou até ampliado, sabe-se lá, e nesse tempo de ausência, estava fazendo uma faxina e organizando as sinapses como diria meu irmão. Não é uma revolução literária estilo Maria Carolina, nem sei no bicho que vai dar, vamos esperar pra ver no que vai dar.1º(E lá vem rimas por aí) 2º(Só no meu blog para ter um prólogo desse tamanho)3º(Se é que pode chamar esse blog de "coisa literária né").
Sobre o blog:
Queria aqui fazer um desabafo, quase uma revolta. As pessoas comentam comigo que eu falo da minha vida no blog. Ok, até concordo. Mas eu não falo da minha vida e ponto final. Eu escrevo/escrevia na inocente ilusão de que estou extraindo reflexões profundas de fatos corriqueiros que acontecem na minha vida. Poderia escrever o tema da postagem sem dizer qualquer coisa sobre mim, mas prefiro relacionar isso a algo prático e que eu domino tanto que é a minha vida. Pensando nisso um dos pontos x's dessa "nova temporada" é escrever mais contos, usar outras pessoas que talvez até nem existam. Outra coisa, é que vou tentar fazer vídeos sobre lugares interessantes que eu for, como já disse escrever contos com o toque de humor que faz jus o blog de ser de quem é, não sendo padrão e muito menos um rótulo disso aqui, quer saber?! Detesto rótulos e padrões, mas isso é só na próxima postagem ...
terça-feira, 15 de junho de 2010
Hora de dizer ...
... tchau . Parece que foi ontem que botei os meus pés lá pela primeira vez . Larguei o trabalho para poder estudar e passar no vestibular. Como a vida não é receita de bolo , eu não passei no vestibular , e mesmo assim o bolo saiu do forno ótimo , com uma cara super apetitosa e de dar água na boca . Calma , o bolo não sou eu . É como me sinto hoje , nesse quase que 1 ano e meio depois de ter posto o meu pé naquele "cursinho" que essa etimologia pobre da qual eu o apelidei não consegue nem fazer imaginar o que foi , é e vai sempre continuar sendo na minha vida e na vida de muitas pessoas que passaram por ali , muito mais do que um curso preparatório para o vestibular , lá é uma fábrica de sonhos , uma família , um roteiro diário do que é a luta de alguém pra poder ser melhor do que se é , crescer, emergir . (Esse texto tá meio mexicano né ?! Convém ao assunto).
É agora é minha hora de dizer tchau . Já postei sobre outros fins aqui e isso não é nada mole ... E que apesar de eu não ter passado no vestibular como eu queria no primeiro dia eu vi realidades tão diferentes da minh,a e vi sonhos tão utópicos virando realidade . Vi nos olhos dos professores a força de vontade de me fazerem aprender que trocaria o tchau pelo obrigada . Vi neles a alegria da minha realização e tristeza das pontuações baixas . E agora lá vou eu , saindo de cena , com uma bagagem tremenda de todos os tipos de informações e com o peso , atribuído por mim mesma de fazer tudo isso valer a pena .
GO GO GO FACULDADE
É agora é minha hora de dizer tchau . Já postei sobre outros fins aqui e isso não é nada mole ... E que apesar de eu não ter passado no vestibular como eu queria no primeiro dia eu vi realidades tão diferentes da minh,a e vi sonhos tão utópicos virando realidade . Vi nos olhos dos professores a força de vontade de me fazerem aprender que trocaria o tchau pelo obrigada . Vi neles a alegria da minha realização e tristeza das pontuações baixas . E agora lá vou eu , saindo de cena , com uma bagagem tremenda de todos os tipos de informações e com o peso , atribuído por mim mesma de fazer tudo isso valer a pena .
GO GO GO FACULDADE
Assinar:
Postagens (Atom)